Ainda vivemos o tempo Pascal. Na
ocasião da festa da Páscoa, era costume dos judeus peregrinar até Jerusalém, a
cidade santa. Maria fizera o percurso entre Nazaré e Jerusalém inúmeras
vezes em sua vida, mas um, em especial, a marcará para sempre: aquele em que
verá seu filho ser morto e, dos mortos, ressuscitar.
Maria conhecia seu filho e seu povo. Por isso, certamente já devia perceber que algo não ia bem e que planejavam prender Jesus. Era mais uma vez o mistério de Deus invadindo sua vida: por quê? Por que matar aquele que só faz o bem? Por que prender aquele que só tem palavras de verdade e de vida? Por que...?
Imagino-a caminhando pelas estradas em silêncio. O mesmo silêncio que calou seu coração na gruta em Belém. O silêncio daqueles que estão prestes a presenciar acontecimentos que não se explicam senão pela fé. E será lá, na cidade santa, que fará sua oferta. Desta vez, não mais pombas e rolas, mas o próprio filho!
Talvez Maria não imaginasse que a morte de Jesus fosse acontecer tão abrupta e brutalmente. Talvez não imaginasse que fosse acontecer naquele momento. Mas sabia que algo aconteceria naquela Páscoa. E, assim, com o coração silenciado pela dor assistiu uma vez mais ao mistério de um Deus que se curva à humanidade e se entrega a ela para, deste modo, salvá-la.
O coração da Maria que celebra a Páscoa em Jerusalém é um coração que é todo oferta. Ali, Ela devolve a Deus o menino que carregou em seus braços, a quem educou, a quem deu de comer, a quem viu crescer, tornar-se homem e transformar a vida de tantos outros homens e mulheres pelo simples poder de amá-los incondicionalmente. Ali, após sentir a dor maior que uma mãe pode sentir, que é a da perda de seu filho amado – será recompensada com a experiência da vitória da vida sobre a morte.
A celebração da Páscoa para Maria nunca mais foi a mesma. Para que pudéssemos também viver a Páscoa de uma maneira nova.:Tenhamos um coração de silêncio e escuta, para que, assim, possamos tirar melhor proveito do que Deus quer renovar em nós.
Mãe, intercede por nós, somos teus filhos e queremos entrar no céu.
Ave-maria
Maria conhecia seu filho e seu povo. Por isso, certamente já devia perceber que algo não ia bem e que planejavam prender Jesus. Era mais uma vez o mistério de Deus invadindo sua vida: por quê? Por que matar aquele que só faz o bem? Por que prender aquele que só tem palavras de verdade e de vida? Por que...?
Imagino-a caminhando pelas estradas em silêncio. O mesmo silêncio que calou seu coração na gruta em Belém. O silêncio daqueles que estão prestes a presenciar acontecimentos que não se explicam senão pela fé. E será lá, na cidade santa, que fará sua oferta. Desta vez, não mais pombas e rolas, mas o próprio filho!
Talvez Maria não imaginasse que a morte de Jesus fosse acontecer tão abrupta e brutalmente. Talvez não imaginasse que fosse acontecer naquele momento. Mas sabia que algo aconteceria naquela Páscoa. E, assim, com o coração silenciado pela dor assistiu uma vez mais ao mistério de um Deus que se curva à humanidade e se entrega a ela para, deste modo, salvá-la.
O coração da Maria que celebra a Páscoa em Jerusalém é um coração que é todo oferta. Ali, Ela devolve a Deus o menino que carregou em seus braços, a quem educou, a quem deu de comer, a quem viu crescer, tornar-se homem e transformar a vida de tantos outros homens e mulheres pelo simples poder de amá-los incondicionalmente. Ali, após sentir a dor maior que uma mãe pode sentir, que é a da perda de seu filho amado – será recompensada com a experiência da vitória da vida sobre a morte.
A celebração da Páscoa para Maria nunca mais foi a mesma. Para que pudéssemos também viver a Páscoa de uma maneira nova.:Tenhamos um coração de silêncio e escuta, para que, assim, possamos tirar melhor proveito do que Deus quer renovar em nós.
Mãe, intercede por nós, somos teus filhos e queremos entrar no céu.
Ave-maria

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